SLA e Manutenção Preditiva: Como o setor de compras e a engenharia clínica evitam o colapso do parque tecnológico
SLA robusto e manutenção preditiva ajudam compras e engenharia clínica a reduzir downtime, custos e riscos no parque tecnológico.
SLA e Manutenção Preditiva: Como o setor de compras e a engenharia clínica evitam o colapso do parque tecnológico - DI Business.
- SLA robusto e manutenção preditiva ajudam compras e engenharia clínica a reduzir downtime, custos e riscos no parque...
- Conteúdo voltado ao mercado de diagnóstico por imagem.
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Por responsável editorial da DI Business.
No ecossistema de Diagnóstico por Imagem, existe um cabo de guerra histórico: de um lado, o Setor de Compras, pressionado para reduzir o Capex e o Opex (gastos com capital e operações); do outro, a Engenharia Clínica, cuja meta principal é manter o uptime (tempo de atividade) dos equipamentos o mais próximo possível de 100%.
O ponto de equilíbrio que encerra essa disputa atende por dois conceitos baseados em dados: SLA (Service Level Agreement) robustos e Manutenção Preditiva. De acordo com dados globais de eficiência de ativos de saúde, instituições que migram da cultura do “conserto emergencial” para a gestão baseada em dados reduzem seus custos totais de manutenção entre 20% e 30%.
SLA e Manutenção Preditiva
SLA é a sigla em inglês para Service Level Agreement, que em português significa Acordo de Nível de Serviço. Tem como objetivo garantir que ambas as partes tenham expectativas claras sobre o serviço contratado. Ele estabelece transparência e define o que deve ser feito, quais são as metas e o que acontece se o acordo não for cumprido.
O acordo costuma detalhar métricas específicas, tais como:
- Tempo de resposta: Em quanto tempo a equipe vai responder a um chamado ou dúvida.
- Tempo de resolução: O prazo máximo para solucionar o problema de um cliente.
- Disponibilidade: O tempo em que um sistema ou serviço deve ficar ativo e funcionando (ex: garantir que um servidor fique no ar 99,9% do tempo).
- Penalidades: O que ocorre se os níveis de serviço não forem atingidos, como multas ou descontos na mensalidade.
A manutenção preditiva é uma estratégia que monitora continuamente o estado e o desempenho de equipamentos em tempo real. Por meio de sensores e análise de dados, ela prevê falhas antes que ocorram, permitindo a intervenção no momento exato e evitando paradas inesperadas e custos com trocas desnecessárias.
Em vez de seguir um cronograma fixo (como na manutenção preventiva) ou consertar após a quebra (manutenção corretiva), a preditiva atua em quatro etapas:
- 1- Coleta de dados: Sensores medem parâmetros.
- 2- Transmissão: Os dados são enviados para um sistema central.
- 3- Análise: Softwares com inteligência artificial analisam as informações para identificar anomalias.
- 4- Ação: O time de manutenção é alertado para corrigir a falha potencial de forma planejada
O Perigo das “Letras Miúdas” no SLA: Tempo de Resposta vs. Tempo de Solução
Um erro estatístico comum em contratos de manutenção fechados por hospitais e clínicas é não diferenciar duas métricas cruciais de SLA:
TR (Tempo de Resposta): O tempo que o fornecedor leva para atender ao chamado (enviar um e-mail ou mandar um técnico ao local).
TS (Tempo de Solução / Resolução): O tempo real que leva para o equipamento voltar a faturar.
Um contrato que promete um Tempo de Resposta de 4 horas parece excelente no papel. Porém, se o técnico chega em 4 horas apenas para diagnosticar que a peça virá da Europa e demorará 10 dias para ser instalada, o SLA falhou com o hospital. O foco das negociações deve ser sempre o Tempo de Solução.
Dados de auditorias em engenharia clínica mostram que contratos de fornecedores que garantem um SLA de Solução de até 24h ou 48h para peças de alto giro reduzem o impacto financeiro do downtime institucional em até 70%, se comparados a contratos que cobrem apenas o tempo de resposta do técnico.
Como o compras e a engenharia clínica cooperam via DIBusiness?
O segredo para bater as metas de custo e eficiência está na diversificação e na velocidade de acesso aos fornecedores. Uma plataforma dedicada ao ecossistema de saúde, como o DIBusiness, resolve esse gargalo através de:
- Acesso a Fornecedores Multimarcas: Permitindo que a engenharia clínica encontre alternativas de peças e serviços homologados.
- Contratação de Especialistas: Facilidade para cotar empresas de engenharia clínica e física médica que oferecem monitoramento preditivo e atendimento regionalizado, garantindo TS (Tempo de Solução) reduzido.
Nota editorial: este conteúdo foi escrito pelo responsável editorial da DI Business e contou com o uso de Inteligência Artificial como auxílio de revisão.
